Assistimos, nas últimas décadas, a profundas alterações no mercado, com o desaparecimento de grandes empresas e a emergência de novos negócios e talentos, que têm vindo a ganhar protagonismo no mercado.

Durante muito tempo, as equipas executivas focaram as suas atenções em dois eixos:
Estratégia de Negócio e Otimização de Processos. Contudo, apesar dos esforços para tornar a Gestão uma ciência cada vez mais objetiva, nem sempre os resultados produzidos corresponderam às expectativas.

O que faz então com que alguns líderes tenham grande sucesso num contexto e resultados negativos noutros? Porque é que os mesmos produtos são êxitos quando lançados por uma empresa e fracassos quando lançados por outra? Porque somos tão produtivos e realizados com algumas Chefias e profundamente infelizes com outras?
 
Na nossa perspetiva, as equipas de Gestão têm descurado um terceiro eixo, a Flexibilidade Organizacional, que se traduz na capacidade dos diferentes elementos colaborarem na obtenção de um resultado comum e na capacidade dos mesmos para se adaptarem a contextos de rápida mudança e com variáveis até à data desconhecidas.

Quando esta flexibilidade é partilhada por diferentes elementos da Organização, atinge-se uma plasticidade organizacional que garante às empresas um maior foco em tempos de volatilidade e uma maior resiliência perante os obstáculos colocados pelo mercado.

Inspirados nas necessidades futuras das organizações, preconizadas pelo World Economic Forum, adotámos um referencial de competências que acreditamos serem críticas para a criação de equipas ágeis e com as características para garantirem o futuro de qualquer Empresa.

Estas são as competências que constituem o nosso framework de Talent Assessment:

Social Intelligence

Managing Diversity

Cognitive Flexibility

People Management

Solution Design

Transdisciplinarity

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